Avicultura

Conforto térmico animal: como escolher ventiladores de qualidade sem abrir mão da economia?

A produtividade de um negócio está relacionada com a taxa de retorno sobre o investimento (ROI) que se faz e a quantidade de produto gerada ao final do processo em um determinado espaço de tempo. Ou seja, o que se deseja é produzir o máximo no menor período possível, sem desperdício de recursos. E, quando o assunto é agronegócio, uma das maneiras mais eficientes de atingir o equilíbrio entre produtividade e economia é investir em ventiladores para conforto térmico animal.

O agronegócio e a agricultura foram responsáveis por cerca de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2017 além de, juntos, serem o setor que mais gera emprego no país. Estamos entre os maiores produtores de laticínios e exportadores de carne de frango e porco do mundo, mas essa cadeia produtiva ainda apresenta um alto gasto de energia em suas várias etapas.

Para contornar esse desafio, o produtor precisa adotar algumas medidas afirmativas. Mas de que forma, então, uma fazenda pode garantir o conforto animal e aumentar a produtividade sem, no entanto, afetar sua economia? Qual é o investimento mais seguro a ser feito?

Neste artigo, nos propomos a responder essas questões, elucidando como as boas práticas em conforto animal impulsionam consideravelmente a agroindústria. Continue conosco e boa leitura!

Como o conforto animal está relacionado à produtividade?

O avanço e a consolidação do Brasil no mercado internacional de proteína animal e a alta produção de leite e derivados não são fruto de mero acaso ou oportunidade. O reconhecimento da qualidade do produto nacional foi conquistado por meio do investimento conjunto em biotecnologia, pesquisas em desenvolvimento e bem-estar animal.

A produtividade nos ramos da avicultura, da suinocultura e da pecuária leiteira está intimamente ligada ao conforto em que os animais estão condicionados. Isso significa que quanto melhor for o estado de saúde dos animais e mais adequado for o tratamento que recebem na propriedade, maior será a expressividade do seu potencial genético. De todos os fatores que melhoram a qualidade de vida deles, a manutenção da temperatura ideal nos galpões é o mais determinante.

Suínos, bovinos e aves são animais homeotérmicos e conseguem, portanto, manter sua temperatura corporal constante. No entanto, são espécies extremamente sensíveis às variações de temperatura, e mesmo mínimas alterações podem ser responsáveis por quedas na produtividade e na fertilidade e até por perdas de lotes inteiros.

Como escolher bons ventiladores para conforto térmico animal?

O produtor que tem como objetivo impulsionar o seu negócio de forma inteligente e sem abrir mão da economia sabe que a escolha dos equipamentos passa pelo critério do custo-benefício. Dessa forma, investir em material desenvolvido com alta tecnologia é a maneira mais sensata e acertada de efetuar melhorias na fazenda, uma vez que as aplicações são compensadas em decorrência da alta na produtividade.

Uma série de fatores é importante para manter a ambiência nos galpões, como o material de que são construídas as paredes, os sistemas de aquecimento, a limpeza das salas e o espaço disponível para os animais, por exemplo. Mas os ventiladores são atuantes fundamentais, visto que são responsáveis pela renovação do ar e pela manutenção da taxa entre temperatura e umidade.

Um bom ventilador para agroindústria é caracterizado por dois fatores principais. Vejamos:

Ruído

O nível do ruído gerado no funcionamento do ventilador depende, basicamente, de três pontos importantes: do barulho originado pelo motor elétrico; da forma como o ar passa pelas hélices; e da possível vibração do ventilador causada pelo desbalanceamento da estrutura. O ideal é que no deslocamento de ar por entre as grades, o ruido do sistema seja praticamente imperceptível.

Isso porque a poluição sonora gerada pelos equipamentos dentro das salas pode levar os animais a um estado de estresse indesejado. Quando perturbados e inquietos, o metabolismo deles se altera, causando um desequilíbrio hormonal que é capaz de prejudicar severamente o seu rendimento e afetar a lucratividade do negócio.

Eficiência energética

Esse quesito é determinante quanto à avaliação do custo-benefício dos ventiladores para conforto térmico animal. Na agroindústria, há uma procura por equipamentos que consumam pouca energia, pois a demanda por ventiladores é calculada em cima do tamanho do lote e a ventilação necessária por m² de área dos galpões.

O que se deseja é que os ventiladores sejam capazes de regular a temperatura e homogeneizar a umidade relativa do ar com aproveitamento máximo de energia e sem desperdício. Quanto maior a força que o motor da máquina precisa para movimentar as hélices e empurrar o ar, maior será o consumo de energia utilizado por esse equipamento.

Isso está diretamente ligado à tecnologia desenvolvida no design das hélices e à escolha dos motores para cada tipo de ventilador, pois se esses dois componentes não forem bem acertados, o vento gerado não será suficiente. Uma vez que o sistema esteja equilibrado e ajustado, o consumo é reduzido significativamente.

As pesquisas em desenvolvimento realizadas em laboratório especializado são direcionadas para se obter uma maior vazão do ar. Ou seja, um motor de alto rendimento consome pouca energia devido à alta vazão de ar por m³/s. E, quanto maior for a constância da temperatura no abrigo, menor será a energia necessária para manter a ambiência.

Como saber se o ventilador usado é o adequado?

Um indício de que os ventiladores instalados na fazenda não atingem os ideais de equilíbrio entre consumo de energia e adequação do ambiente é a frequência de manutenção que necessita ser realizada. Se o equipamento passa constantemente por reparos, ele não é o mais adequado para o estabelecimento. Para tanto, ter um bom planejamento é essencial. 

O espaço disponível na propriedade e o tamanho do plantel são fatores imprescindíveis no cálculo para definir a quantidade de ventiladores para a ambiência dos galpões. É preciso observar o comportamento dos animais. Quando não estão na sua zona de conforto térmico, cada espécie reage de maneira para regular sua temperatura, como manter a boca aberta por muito tempo, aumentar o consumo de água e diminuir a ingestão de alimento.

Além disso, é muito importante ter a garantia de qualidade dos equipamentos que assegure que o processo de produção esteja de acordo com os procedimentos registrados de forma a garantir os resultados esperados e sua melhoria contínua.

Quando alocados em um ambiente idealmente climatizado, a taxa metabólica dos animais é mínima e a homeotermia é mantida com menos gasto energético. Isso faz com que seu desempenho seja máximo e a qualidade dos seus produtos seja proporcionalmente elevada.

Você pôde perceber, então, por que investir em ventiladores para conforto térmico animal desenvolvidos com tecnologia avançada é o modo mais eficiente para garantir a rentabilidade, sem deixar a economia de lado, certo? Ficou com alguma dúvida e gostaria de esclarecê-la? Entre em contato conosco, teremos satisfação em atendê-lo!

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